domingo, 31 de março de 2013

JESUS CRISTO ERA BUDISTA

            

            Esta é uma ideia que terá passado pela cabeça de poucas pessoas e deixará muitas aos saltos de tão irritadas que ficarão ao ouvi-la/lê-la.
               O que se fala hoje sobre Jesus Cristo foi aquilo que os seus seguidores/discípulos e sobretudo a Igreja Católica foram afirmando e impondo ao longo dos tempos, uma vez que as autoridades romanas não deram muita importância à sua existência e os historiadores da época também não.
               Os quatro evangelhos (S. Mateus; S. Marcos; S. Lucas e S. João) são a principal fonte de informação sobre Jesus Cristo e foram escritos entre 40 e 100 anos após a sua morte. Mateus e João foram os únicos escritores da Bíblia que eram membros dos alegados 12 Discípulos e os únicos que poderiam estar presentes nos acontecimentos que descreveram. Originalmente os evangelhos circularam anonimamente, não existindo nomes a eles associados até ao ano 200 d.c. e terá sido um (vários) teólogo Cristão que teve a ideia de criar o Novo Testamento, altura em que os evangelhos foram nomeados e lhes foram acrescentados vários versos, nomeadamente sobre a alegada Ressurreição de Jesus Cristo.
               Com este desfasamento temporal, muitos dados/factos foram levados pelo tempo e distorcidos pela sua passagem verbal, havendo necessidade de os reinventar e/ou embelezar de forma a dar maior força a Jesus Cristo e ao Novo Testamento (é muito importante conhecer o Antigo Testamento para poder entender o Novo e fazer certas associações).
               Sobre o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo, muita coisa foi adaptada de mitos e tradições antigas, inclusive de outras religiões, por forma a enaltecer a sua figura, cimentar a religião e a atrair novos seguidores.
               Assim, sobre o seu nascimento e fugindo à “tradição” Cristã, acredito que tenha nascido numa família pobre da Palestina, como qualquer outra criança da época, zona onde terá passado os primeiros anos de vida. Terá depois seguido para Oriente, concretamente a Índia, onde poderá ter contactado com o Budismo. Para reforçar esta ideia, está ao facto de no século XIX, Nicolas Notovich ter descoberto no Tibete antigos escritos budistas que falam de uma criança chamada “Issa”, nascida no século I, numa família pobre de Israel e que foi para a Índia com catorze anos, onde aprendeu Budismo, antes de regressar à Palestina com vinte e nove anos. O que a Igreja conta sobre Jesus encaixa no perfil da figura “Issa”.
               Não faz qualquer sentido a história dos Reis magos terem seguido a estrela que indicava o nascimento de Jesus (o salvador), como não faz sentido a sua concepção "Divina". Os Reis magos e as suas oferendas estão carregados de simbolismo e revelam ter sido mais uma forma de enaltecer Jesus Cristo (ou da Nazaré) e reforçar a ideia de que é o "Messias" e o filho de Deus. Verifica-se que foram aproveitados textos, acontecimentos e lendas antigas (alguns remontam ao tempo dos Sumérios) e "montados" como se de um puzzle se tratasse para sustentar as novas ideias (entenda-se Religião).
              Por falar em simbolismo, também os doze apóstolos são simbólicos, na medida em que é o número que representa no Antigo Testamento as doze tribos de Israel, os filhos de Jacó, neto de Abraão- Patriarca Hebreu.
               A concepção Divina de Jesus não foi de igual modo uma ideia nova, uma vez que no Budismo, quinhentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo, já a lenda conta que Buda também teve esse tipo de concepção.
               Esta é a primeira ligação que faço entre Jesus Cristo e o Budismo, outras farei, não por capricho mas por fazerem todo o sentido, existindo factos históricos que saltam à vista e ao senso comum (daqueles que querem ver e entender).
               Foi no final da sua vida que Jesus Cristo ter-se-á destacado por entre as multidões, pregando a sua fé, curando, fazendo milagres, espalhando as suas novas ideias de fé e esperança. Hábil no uso da palavra e pregando para povos famintos e oprimidos pelos romanos, conseguiu destacar-se de outros pregadores da época.
           Os ensinamentos e ideias de Jesus apresentam muitas semelhanças com a Filosofia Budista (Paz, Harmonia, etc). A serenidade das palavras de Jesus, as ideias distantes (antagónicas) da fé Judaica e a capacidade de curar os enfermos (milagres) poderá revelar a tal formação budista que teve, assim como possíveis contactos com a medicina ayurvédica, praticada na Índia há milhares de anos (que consiste na cura pelo contacto com as mãos e nos cuidados com o corpo, nomeadamente a alimentação). Estou a partir do princípio que há alguma verdade nos relatos que falam da "cura" de enfermos, não querendo, de momento, acreditar que também isso foi invenção de alguém.
            Indico mais uma possível ligação ao Budismo, onde a lenda também relata que Buda terá caminhado sobre as águas e alimentado centenas de discípulos apenas com pedaços de comida (o Milagre da multiplicação).
            Diz a "história" (entenda-se Novo testamento) que Jesus Cristo foi condenado à morte pelos Romanos, por crucificação. Este era o castigo aplicado na época por crimes de traição e a escravos.                Jesus terá sucumbido ao fim de três a seis horas na cruz, relatando-se que enquanto lá esteve, ter-lhe-ão levado à boca uma esponja embebida com vinagre e, momentos depois, sucumbiu. Também se diz que Pôncio Pilatos terá desconfiado da rapidez da sua morte mas foi sossegado pelo Centurião, Centurião este que era o mesmo que antes alegadamente dissera “Verdadeiramente, este homem era filho de Deus”, denotando-se aqui, pelo menos, simpatia para com Jesus Cristo.
               Retirado da cruz, o corpo terá sido levado para o túmulo privado de José de Aritmeia. Este senhor e um outro chamado Nicodemo terão cuidado do corpo, levando para o túmulo uma mistura de mirra e aloés. Sabemos perfeitamente que estas são ervas medicinais e não de embalsamamento, como seria de supor usar para a preparação de um morto, havendo claro indício que jesus foi retirado da cruz ainda VIVO.
             Segundo o Novo Testamento, três dias depois, Jesus terá regressado à vida - Milagre da RESSURREIÇÃO. História "nublada" e mal contada, sendo na RESSURREIÇÃO que assenta fundamentalmente a fé Cristã e o que a faz divergir da religião Judaica e Muçulmana, que ainda esperam o "Salvador".
          A meu ver, e partindo do princípio que Jesus Cristo foi crucificado e regressou à vida,  terá havido uma espécie de “conluio” entre o tal Centurião romano (há quem afirme que Jesus era filho de um romano- mas isto fica para outro texto e altura), José de Aritmeia e outros simpatizantes/familiares. Jesus terá recebido através da esponja uma qualquer substância (droga) que fez com que a sua respiração deixasse de se notar, (ou terá entrado em coma devido à dor), tendo sido levado ainda vivo para o túmulo, onde foi tratado. Passado o efeito da droga e/ou do coma e ao ser tratado com as ervas medicinais, terá acordado (regressado à vida). É uma possibilidade, mera opinião pessoal.
               Ao estar vivo e sendo um homem condenado pelos romanos, não podia continuar ali, pelo que teve que procurar refúgio noutro lugar, contudo, quem teve conhecimento do facto dele estar vivo não o podia contar. Terá nascido assim a base para a ideia do “milagre” da Ressurreição e conseguinte ascensão ao Céu (ideia acrescentada ao Evangelho muitos anos mais tarde, como já referido).
               Há quem acredite que Jesus ter-se-á deslocado para Camague, Sul de França, local para onde terá ido Maria Madalena, sua esposa e os seus filhos. Acho pouco provável na medida em que se tratava do centro do Império Romano, seu carrasco, e poderia descobri-lo. Acredito, porém, que terá seguido para Oriente, seguindo a rota da seda ou das especiarias.
              A sustentar esta minha ideia, está o facto de existir em Caxemira- Índia, uma tribo que se chama Ben-e-Israel (Bene-Israel), que significa filhos de Israel e afirmam-se descendentes das tribos perdidas de Israel. Lendas antigas contam que "O" pregador do século I, chamado “Issa”, conhecido por Jus Asaf, que significa Líder dos Curados ou Curador, terá voltado àquela terra com cerca de trinta anos. Contam ainda que lá viveu e morreu por volta do ano 80 d.C., tendo sido enterrado em Srinagar, onde o primeiro edifício do seu túmulo foi construído no ano 112 dc.. Reforça ainda a minha convicção o facto de São Tomé ter viajado para a Índia e lá ter fundado uma igreja Cristã, 
               Como se verifica, seria mais fácil e menos perigoso para Jesus Cristo deslocar-se para Oriente, além do mais, existem grandes probabilidades de já ter passado pelo continente indiano na sua juventude, como já foi dito. O facto de São Tomé ter fundado uma igreja na Índia revela que aquela parte do mundo fazia parte das rotas e destinos do povo de Israel. Por existir em Caxemira uma tradição relacionada com “Issa” e túmulo seu tão antigo (mais antigo que a Igreja Católica), também reforça a minha convicção.

               Em suma, Jesus terá nascido na Palestina como qualquer cidadão da época, terá viajado para a Índia onde teve contacto com o Budismo, recebeu os seus ensinamentos e talvez tenha aprendido medicina Ayurvédica. Talvez com a idade de vinte e nove anos terá regressado à sua terra natal (Judeia), onde pregou, curou os enfermos e enfureceu os romanos, tendo sido condenado à morte por crucificação. Um conluio de vários simpatizantes terá evitado O SEU FIM, havendo a possibilidade de ter estado em coma (natural ou induzido). Ao regressar do coma, deu o mote para a tão famosa "Ressurreição Cristã", tenha sido ela deliberada ou ocasional. Impossibilitado de circular pelo Império Romano, terá rumado a Oriente, a lugares já seus conhecidos e onde terá terminado os seus dias.
               Jesus espalhou as suas ideias e ensinamentos durante os últimos anos de vida, contudo, foram os seus discípulos que continuaram a sua “obra” que, com o passar dos séculos, sobretudo com a conversão do Imperador Constantino e a criação da Igreja Cristã (Católica), foram moldando os "factos" à sua maneira e interesse, sendo muito difícil, hoje, separar a verdade da ficção/criação/invenção/adaptação.
                   A Igreja católica defendeu ferozmente ao longo dos séculos a ideia da RESSURREIÇÃO  e combateu/matou/torturou quem se lhe opunha e dela duvidava, tendo para isso cometido as maiores atrocidades da História do Homem para manter essa farsa.


CN

(Este texto é uma opinião pessoal do seu criador, não pretendendo ter qualquer valor e força histórica. Foi baseado em vários documentários do Discovey Channel, pesquisas na internet e na opinião do seu autor).



sexta-feira, 29 de março de 2013

JESUS CRISTO versus CRISTIANO RONALDO






(foto: Resposta de um aluno do 6º ano)
Ao ler esta “sábia” e moderna definição de “Cristianismo” fico com várias certezas. Uma é que este aluno faltou a algumas aulas na escola e não foi à catequese, outra é que, como escreveu o grande Luís Vaz, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, que é como quem diz, mandam-se os ídolos a seguir.
Efectivamente, CR7 é um enorme fenómeno de popularidade e arrasta multidões de fãs e não só, também o seguem aqueles que o detestam (por inveja) para dizerem mal do “rapaz”.
As únicas semelhanças entre JC e CR7 são só as letras “Crist”, as cinco primeiras letras do nome Cristiano, sendo que este resulta da devoção a Jesus Cristo.
Jesus Cristo apenas foi famoso após a sua morte e a sua “religião” foi imposta pela força dos seus seguidores ao longo de 20 séculos, ao passo que Cristiano Ronaldo é famoso em vida e os seus seguidores fazem-no de livre vontade.
A religião é uma “bengala” para os mortais, é um refúgio para as almas mais carenciadas. É preciso que o crente, o carente, o necessitado se identifique com o “ídolo” ou deposite nele extrema esperança e/ou confiança.
Neste Mundo em constante mudança, cada vez fazem menos sentido algumas ideias do passado, pois já não se coadunam com a realidade. Em termos religiosos, está mais que visto que algumas religiões, nomeadamente a “Cristã”, não preenche o vazio que existe em muita gente nos dias de hoje, levando as pessoas a procurar outros caminhos/ídolos.
Pelo acima explanado, creio que a afirmação deste aluno não será totalmente descabida, além do mais, a pergunta não refere em concreto que se trata da religião iniciada por Jesus Cristo, assim sendo, certamente não poderia ser considerada errada…

A fé é como o Bilhete de identidade- pessoal e intransmissível!
Este texto é a minha opinião e apenas pretendo fazer pensar as mentes mais abertas; respeito totalmente quem tem opinião diferente e quem idolatra e venera Jesus Cristo e outros “profetas”.

 CN

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

SERÃO AS MULHERES JARDINEIRAS?

(Imagem Google)
Esta pergunta atormenta-me há anos!
É comum, para não dizer geral, aparecer uma mulher na vida do homem que olha para o "embrulho" e diz que lhe agrada, porém, não tarda muito tempo que não comece a... pôr defeitos e a querer alterar algo.
É porque o homem gosta de futebol, ou porque bebe cerveja, porque coça as partes "privadas" em público, devia cortar o cabelo ou deixá-lo maior, ou porque.... Há sempre algo a mudar ou alterar. Todos têm "coisas" a corrigir.
Será que as mulheres olham para um homem como se fosse um arbusto? 
Devem Olhar e pensar: 
- Não está mal mas, se cortar aquele ramo ali, fica melhor; 
- Se alterar a forma em bico para redondo, fica mais giro; 
- Se mudar a cor verde para rosa choque é que fica bem!!! Combina com a minha roupa Gucci e faz pandam!! Uauuuuuuuuuuu Chiquérrimo!!!!

Só pode haver uma razão- são Jardineiras!!!

sábado, 10 de novembro de 2012

REFORMAS MILIONÁRIAS

(imagem google)
Surgiu (mais) uma notícia na comunicação social que dizia:
Portugal tem mais novas 63 reformas acima dos cinco mil euros. (notícia)

Nota-se que há uma "campanha" contra as reformas "milionárias" como se fossem elas as causadoras dos males do país (e Segurança Social).

Regra geral, quem tem reformas "milionárias" passou a vida inteira de trabalho a descontar o que o Estado lhes exigiu, na promessa de que lhe pagaria uma reforma equiparada a esses descontos. Certo?

Por que razão a comunicação social ataca essas pessoas que tanto descontaram e agora só esperam receber o que lhes foi prometido e não ataca as pessoas que não descontaram para a Segurança Social e auferem dela? Ou aquelas pessoas que passaram a vida a descontar o ordenado mínimo e receberam milhares? Ou por que não ataca os "des-governantes" que fazem aplicações de alto risco e perdem milhões de euros?

É triste que todos olhem de lado para quem está a receber muito na reforma e não critique e condene quem engana o ESTADO (O Estado somos todos nós).

Só revela que somos um país de analfabetos, corruptos e invejosos!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

"OLHE QUE NÃO, SENHOR DOUTOR, OLHE QUE NÃO...."

MÁRIO SOARES.

(imagem Google)
            Rico, caquéctico, anafado e a dever anos à cova, tem vindo este sujeito à Praça Pública comentar, criticar, dar sugestões. Agora apregoa a queda do "Lepus" (Passos Coelho). Com que Moral?
            Desde o 25 de Abril de 1974 que esta "coisa" tem sugado o tutano do "nosso" Portugal. Ele e a família possuem um "Império" à nossa custa; foi o PR com mais "milhas" em viagens, sem falar nos terrenos, nas "a-Fundações" da família e na queima da Bandeira Nacional.
            Mário, reforme-se e esqueça que Portugal existe!!

Já agora- De que forma ganha Portugal com a queda do Governo?
Não era o Sócrates a causa de todos os males?

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O GRITO

Mudam-se os Tempos... mudam-se as ideias e objectivos.

Abandonado e esquecido pelo autor, eu próprio, esteve este canto aqui parado durante largos meses.
O tempo não parou e a vida foi rolando; com ela, experiências vieram e foram, ideias certas ontem, são erradas hoje e serão impensáveis amanhã, talvez.

Quando criei este Blogue em 2008, pretendia "espicaçar" as mentes e criar debates saudáveis... Não o consegui. Desilusão, pois claro.

Hoje a realidade é outra e eu também.
Decidi voltar a escrever, para mim. Traçar no ecrã aquilo que digo diariamente por palavras...
Neste Mundo cheio de sabem-tudo, doutores e afins, também eu posso e devo opinar sobre o que me apetecer.
O que me apetece agora é gritar bem alto! Gritar contra a corrupção, contra o mal, contra isto, contra aquilo- acho que é contra tudo e contra todos!!
Olho em redor e tudo ou quase tudo está contra a minha ideia. Quase todos seguem por caminhos "tortos" e mais fáceis, destruindo o futuro a cada passo. Sinto-me um marginal, um extra-terrestre.
Esta sociedade perdeu os valores, os bons valores.
Vivo num país que premeia quem mal se comporta e pune quem cumpre.
Que posso eu fazer? Como vou aguentar estas injustiças?
Vou gritando até que a "voz" me doa!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PENSAMENTO DO DIA:

QUANTO MAIS EXPLORO O "DESCONHECIDO", MAIS ANSEIO PELO "CONHECIDO".

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PENSAMENTO DO DIA:

Para algumas pessoas, pensar é como andar à chuva- incomoda muito!!!!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

PENSAMENTO DO DIA:

PROCURAR A NOSSA FELICIDADE NOUTRAS PESSOAS, É APENAS MAIS UM PASSO PARA O ABISMO.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

BOM DIA!

Bom dia.

São duas palavras, seis letrinhas apenas...
Duas palavras que podem dizer ou fazer tanto...
Seis letras que podem ter o mesmo efeito que abrir a janela do nosso quarto escuro e enchê-lo de luz...




Podem ser como abrir a janela e ver um lindo jardim florido na Primavera, onde as abelhas e as borboletas saltitam de flor em flor... e o seu perfume entra-nos pelas narinas deixando-nos
inebriados e deliciados...


Ou podem ser como abrir a janela e dar de caras com o azul do mar e a areia branca da praia... gaivotas brancas a planar graciosamente, entoando sonoros cânticos...

Só depende da pessoa que nos dá o BOM DIA....

(Hoje por aqui chove tanto...)


(imagens google)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"O homem só quer sexo..."

Gosto de publicar/mostrar coisas minhas; não tenho o hábito de usar o que os outros fazem em meu proveito/benefício.
Hoje, vou aqui contrariar esta minha máxima.
Há dias recebi um texto, via e-mail e levou-me a entender muitas coisas. Fiquei a perceber o por quê de algumas "questões". O texto ajudou-me.
Vou colocá-lo aqui- pode ser que ajude outras pessoas a entenderem-se ou a entenderem o seu parceiro(a).

“Os homens só querem uma coisa...”

Geralmente a mulher pensa que o homem só

quer uma coisa: SEXO…
A verdade é que o homem realmente quer amor.
O homem quer amor tanto quanto a mulher, mas

antes de abrir o coração e deixar entrar o amor,

a satisfação sexual é um pré-requisito.

Como a mulher precisa de amor para se abrir

para o sexo, o homem precisa de sexo para

se abrir para o amor.

Como directriz geral, a mulher precisa ser

emocionalmente satisfeita, antes de desejar o

contacto sexual.
O homem satisfaz grande parte das suas

necessidades emocionais durante o sexo.

A mulher não compreende isso no homem.
A razão básica pela qual o homem tem tanta

pressa de fazer sexo, é que ele é capaz de sentir

outra vez por meio do sexo.

Durante o dia, o homem se concentra tanto

no trabalho que perde contacto com seus

sentimentos de amor.
O sexo o ajuda a sentir outra vez.
Com o sexo, o coração do homem começa

a se abrir.
Com o sexo, o homem pode dar e receber amor.
O começo da compreensão dessa diferença

muda toda a perspectiva que a mulher tem do sexo.
Em vez de ver o desejo do homem como

algo vulgar e separado do amor, ela pode

começar a ver o desejo como o modo dele

de finalmente encontrar o amor.
O sentimento da mulher sobre a preocupação

do homem com o sexo, pode mudar

completamente quando ela compreende

por que o homem precisa de sexo.
As mulheres adoram o sexo perfeito.
O sexo perfeito requer uma atitude positiva

para com o sexo.
Para que o homem continue a sentir

atracção, ele precisa sentir que sua parceira

gosta tanto de sexo quanto ele.
Muitas vezes o homem sente-se derrotado

pelo sexo, porque erroneamente recebe a

mensagem de que sua parceira não se

interessa tanto pelo sexo quanto ele.
Sem uma profunda compreensão de como

somos feitos de modo diferente para o sexo,

é muito fácil ser desencorajado.
A mulher gosta de sexo perfeito tanto quanto

o homem.
A diferença entre a mulher e o homem é que

ela só sente um forte desejo de sexo depois

de satisfeita sua necessidade de amor.

O mais importante, ela precisa primeiro se

sentir amada e especial.
Quando seu coração está aberto desse

modo, seu centro sexual começa a se abrir

e ela sente um desejo igual ao do homem, se

não maior. Para ela, o amor é muito mais

importante do que o sexo, mas quando a

necessidade de amor é satisfeita, a

importância do sexo aumenta.
Quando o coração da mulher se abre

o homem não deve se desencorajar, quando

a mulher não se interessa fisicamente, de

imediato, por ele.
Deve lembrar que a mulher é como um

forno que aquece devagar.
Se ela quer apenas uma amizade, no

princípio, não significa que o homem

não tem nenhuma chance.
Geralmente as mulheres que encontram

suas almas gémeas dizem que, no começo,

eram somente amigos e que o romance veio

depois.
Seus maridos quase sempre dizem que

a atracção física, estava com eles desde o começo.

Do livro:
"Homens são de Marte, Mulheres são de Vénus"

SOMOS OVELHAS…


Como esses amestrados, domésticos e ruminantes, também nós seguimos uns atrás dos outros; para onde vai um, os outros seguem-no a correr.
Pode parecer uma afirmação descabida e sem sentido mas, (há sempre um mas) existe uma razão para que eu a tenha feito.
Olhando pela janela da vida, nos dias que correm, só se vêem “rebanhos” de ovelhas nas mais cosmopolitas cidades.
Seguimos religiosa e cegamente “regras/imposições” de outros, com algum ou nenhum sentido. Apenas seguimos- os outros também vão/fazem, pensaremos.
É Natal!!
Não interessa a razão, a origem ou qualquer outra coisa. É Natal e pronto. Loucura consumista desenfreada, cedendo a elaboradas campanhas de marketing… tudo se faz para ter o fútil em casa. Todos! Quem tem dinheiro e quem não lhe conhece a cor.
Um ano passado, por vezes, a planear e a desejar o “Natal”; um ano a sofrer para conseguir isto ou aquilo, um ano inteiro para, em poucos minutos, rasgar os papéis dos embrulhos e alimentar os caixotes do lixo e empanturrar o “bandulho”. Um ano inteiro para… nada!
As nossas “vidinhas” seguem depois iguais ou piores ao que eram antes. Durante todo o ano não falámos aos amigos, conhecidos e aos familiares mas, no Natal, temos que lhes enviar sms e e-mails todos coloridos…Enfim.
Nesta época, todas as conversas, notícias, blogues e etc retratam o “dito cujo”. É cansativo…
Sou do contra! Claro. (afinal nem o sou- também eu estou a falar no Natal!!!)
Vou até à praia ou dar um passeio de moto. O meu Natal é quando eu quiser. No Verão, quando todos forem para a praia, irei visitar os amigos e a família.
Recuso-me a seguir com o rebanho. Posso?

(imagem google)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ALI...



Ali estava parado, inerte, apático, macambúzio, indiferente...
À sua volta um vasto oceano, imenso, acinzentado.
A ondulação constante sacudia-o, fustigava-o... Ventos gélidos castigavam-lhe o rosto encrespado e já sulcado pelas rugas.


Olhar fixo e gélido apontado para o nada. Ali estava. Nada lhe interessava, nada...
De vez em quando o mar acalmava e o sol acariciava-lhe a face. Uma gaivota ou outra visitavam-no e parecia fazerem-lhe despertar uma expressão ... Mas, elas seguiam a sua rota e ele ali ficava. O Céu enegrecia-se de novo.


Nos dias mais amenos avistava ao longe alvos barcos, carregados de luz e alegria; queria ir com eles, tentava mas em vão. Ali ficava. Dias e noites sucediam-se... nada lhe interessava.


Questionava-se, por vezes, por que estaria ali, no meio do oceano, no meio do nada.... interrogava-se por que tinha que viver assim...


Sempre que brilhava o sol ou avistava uma gaivota, sentia vontade de partir. Para onde? Partir. Apenas partir. Ir sem rumo, sem destino. Queria mas não conseguia. Não entendia porquê.


Recordações distantes surgiam-lhe por vezes. Algumas boas mas, tão distantes...
Que mal teria feito, murmurava. Queria mudar, queria viver diferente, queria seguir o rumo das gaivotas e dos barcos que ali passavam. Para onde iriam eles?


Pensava depois que eles tinham o seu próprio destino.... um rumo que não lhe estava destinado. Sabia que não podia entrar assim a meio de uma viagem... Sabia-o.


As vagas constantes desgastavam-no cada vez mais, impediam-no de olhar para a frente, então, olhava para trás, recordava, recordava... Tudo tão longe de si.. onde estariam? Que sorte lhes havia calhado?


Cada dia que passava sentia-se mais enfraquecido, já não conseguia encarar os raros raios de sol que surgiam. Só olhava para trás... Olhava, olhava e sentia-se cada vez mais só.
Não entendia... que mal havia feito? Seria castigo?


Tantos barcos deixava passar sem os conseguir alcançar. tantos rumos que podia seguir mas, não conseguia...


Um dia, usando todas as suas forças, tentou mexer-se, tentou sair dali e... nada. Olhou então para baixo e viu que uma enorme âncora estava presa às suas pernas. Fixando o negro e profundo oceano conseguiu ver o que o prendia. PASSADO, era o seu nome.


(imagem google)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pensamento...


O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte."
(Friedrich Nietzsche)

Este Mundo é fértil em variedade de TUDO.
São inúmeros os “sábios” e pessoas cultas que nos presenteiam com os mais belos, profundos e complexos raciocínios. São uns “deuses” na terra; a sua palavra é lei e nós, os" burros", fazemos vénias. Nem sempre!
Li esta frase, alegadamente escrita por F. Nietzche e fez-me pensar.
Concordo com ela, se falarmos de determinadas doenças (gripes e afins), uma vez que o nosso corpo cria defesas/resistências e fortalece-se.
No meu ponto de vista esta frase é muito mais complexa e abrangente; não é tão linear como parece.
“Se não mata, fico mais forte”.- E como ficamos depois? Qual o resultado?
Quem não viu já árvores/plantas tortas, deformadas? Analisando o caule de uma planta quando sofre um “golpe”, se a planta não secar, forma um nó no local do golpe e, regra geral, cresce torta.
Pois é, sofreram qualquer “maleita”, sobreviveram, até se tornaram mais fortes mas ficaram com marcas para o resto da vida. Marcadas!
Nós, os ditos seres humanos, também sofremos os tais “golpes” e acabamos por crescer “tortos”.
Muitas vezes sofremos ataques, desilusões, mágoas diversas, lições de vida e, ficamos melhores? Mais meigos? Mais “bonitos” por dentro? Mais crédulos? Mais sonhadores?
Não!! Esses “golpes”, regra geral, tornam-nos mais amargos, mais desconfiados, menos crédulos, menos sonhadores, mais frios, etc…
Quem nunca disse, depois de um rude golpe, NUNCA MAIS faço, digo, acredito, aceito...
Pois é! Não morremos mas perdemos muita coisa que é essencial à nossa vida, ao nosso bem-estar. A inocência, a ingenuidade e outros “defeitos” que se perdem também fazem perder o brilho a determinadas coisas; as cores deixam de ser vivas e muito coloridas e passam a ser mais em tons acinzentados…
Não morremos, logo, ficamos mais fortes mas, muito mais cinzentos e amargos.

Estou errado?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Abençoado seja o Verão

Estamos no Verão.

Muito há para dizer sobre ele.
Pode-se falar do calor, dos dias grandes, das noites amenas, da praia, do pôr do sol, das férias, dos caracóis, da imperial, dos barcos, dos aviões, dos carros, dos passeios de moto, do infinito...

Temas de Verão não faltam.
Não é sobre nenhum destes temas que pretendo escrever.
O tema escolhido é mesmo as mulheres.
Creio que a mais bela ilustração desta estação é a beleza feminina. São um verdadeiro Hino ao Verão.
Como que por magia, quando chega o calor, desnudam os seus corpos e revelam formas que eu nem sabia que existiam...
Exibem orgulhosamente o resultado da tal plástica, das horas de ginásio ou apenas o trabalho dos pais.
Vestem "cintos largos", decotes enormes e tecidos muito leves, tão leves que nem precisamos adivinhar o que tentam ocultar.

Corpos bem depilados e cor de bronze, desfilam tranquilamente por todo o lado, dando cor às ruas e calçadas desde país; são as lindas flores de Verão!!
"Visto-me para mim!"- dizem elas. Claro que se vestem para elas próprias! Claro! Quem lhe passaria outra ideia pela cabeça? Not me!



PROCURO...

Há muito tempo que busco um tema para “postar” neste esquecido e abandonado blogue; mais que “postar”, para criar um conjunto de palavras mais ou menos ordenadas e com sentido e que me transmitam algum prazer traçá-las e, por que não, dar algum prazer a quem as lê.
Tenho pensado muito, procurado aqui e ali, debaixo das pedras da vida mas, em vão.
Nada faz aquele “clik” que me permita começar a riscar as folhas de papel electrónico.
Está visto que a letargia instalou-se e a apatia infértil domina…
A realidade do quotidiano revolta-me, enoja-me, entristece-me… São temas mais que repassados em cada “pasquim”, em cada esquina, em cada blogue…
As minhas aventuras e desventuras, de tão minhas que são, também não ouso expô-las ao vento; não pretendo fazer aqui uma catarse espiritual e este blogue não foi criado para contar mágoas e tristezas, delas, estamos todos cheios.
Olhando para a vizinhança, verifico que o entusiasmo literário também já foi maior; também vão deixando ao abandono os seus “cantos” literários.
Problemas pessoais, cansaço, falta de temas, ou apenas desilusão, vão impedindo os autores de escrever. Só os mais fortes conseguem manter a força, ânimo e inspiração para seguir em frente; como tudo na vida.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PROCURAMOS FAMA OU APENAS UMA RAZÃO PARA VIVER?




Quem nunca sonhou ou ambicionou ser um escritor famoso? Um actor, um médico, um futebolista, um aviador, um pintor,… qualquer “coisa” mas famoso.
Quem não sonhou salvar alguém ou fazer qualquer acto heróico, de preferência reconhecido pelo maior número possível de pessoas; ou com destaque na TV e Jornais.
O vulgar/normal não nos basta. A vida “anónima” que levamos sabe a pouco. Queremos “protagonismo”, reconhecimento público. Não?
Talvez existam tantas formas/ideias de “protagonismo” quantas as cabeças humanas neste planeta. Não?
Vi um vídeo em que um homem se deita na linha do comboio após colocar a câmara a filmar e espera que o dito lhe passe por cima. E passou. Aquele monte de ferro passou-lhe literalmente por cima, muito próximo do seu “cabedal”. Depois do perigo passar, o homem levantou-se e foi a correr agarrar na gravação.
O que terá feito a seguir? Certamente mostrar aos amigos, colocar no Youtube ou qualquer coisa do género.
Procuraria fama ou apenas uma razão para viver?

Existem pessoas altruístas; acredito mas, em nenhum momento sentirão necessidade de reconhecimento? Nunca?
Que interesse tem fazermos qualquer “feito” sem termos “público” para o apreciar?
Não é o “feito” que nos alimenta o ego - é o facto de outros verem/terem conhecimento dele de forma a darem-nos valor; é ficarem invejosos ou deslumbrados com o que fizemos. É isso que procuramos; é isso que verdadeiramente nos interessa. Não?

Uma razão para viver. Talvez. Acredito que algumas pessoas atinjam “patamares” em que nada mais as satisfaz; em que nada lhes dá prazer. Aí, procuram fazer coisas que as colocam muito próximas da morte. Só assim conseguem sentir-se “vivas”.

Procuramos fama ou apenas uma razão para viver?
(Imagem Google)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

AMADO vs ODIADO

Que ser tão imperfeito é aquele que não consegue um meio-termo?
Ou provoca amor ou desperta o ódio.
Como é possível despertar numas pessoas uns sentimentos e noutras provocar o oposto?
O defeito será seu ou será de quem o julga/aprecia?
Qual a ciência que o poderá explicar?
No mundo temos zonas desérticas, temos zonas com chuva e vegetação abundante e, a meio termo, temos as zonas “temperadas”.
Nos desertos não chove; nas zonas tropicais chove demais e nas zonas temperadas chove qb.
Por que razão aquele ser imperfeito não é “temperado”?
Obviamente também falo de mim. E é uma coisa que me intriga bastante.
Que “capacidade” é esta de causar sentimentos tão opostos sem haver nada pelo meio?
Não é fenómeno recente comigo; sempre foi assim, desde “menino”. E ainda não me habituei.
Creio que o defeito não será tanto meu mas sim de quem “observa”. Julgam demasiado rápido. Julgam sem conhecimento de causa. Julgam com base numa fracção de segundo, numa boca, num olhar.
Muitos somos assim- julgamos rápido.
Certo é que a primeira impressão é a que fica mas, já vimos o todo?
Para “conhecer”alguém devíamos partir de “tábua rasa”, ver, escutar, discutir, trocar ideias e opiniões, conhecer, tentar entender e, só depois, formar uma opinião. Parece fácil. Quantas vezes ficámos a olhar torto para uma pessoa só porque ela disse/fez qualquer que não concordámos? Tantas. Ou porque não fez o que esperávamos.
Sempre houve e continuará a haver pessoas com quem nos identificamos mais do que outras mas, porque temos que odiar aquelas com quem nos identificamos menos (ou nada)?
Se tivermos o espírito aberto, vemos que podemos aprender com qualquer pessoa; até aquela que julgamos ignorante, analfabeta e senhora de outros “adjectivos” injustos com que a rotulámos. Todo o ser humano, senhor das suas faculdades mentais, é uma possível fonte de conhecimento e sabedoria.
Talvez como auto-defesa, afastamos tudo (todos) o que nos faça frente ou ameace. Também acontece “aliarmo-nos” ao mais forte ou mais capaz para nossa “protecção” ou satisfação pessoal.
Lembrei-me de um slogan que diz: “não há boa nem má publicidade, só há publicidade”. Eu poderia adaptá-lo e dizer: “amem-me ou odeiem-me, desde que falem de mim”. Não está certo. Sei que não sou tão bom como algumas pessoas pensam nem tão ruim como outras me querem fazer. Sou eu, uma versão humana, made in Portugal, sem qualquer sentimento de superioridade ou de inferioridade (será possível?). Não procuro o conflito mas também não me desvio dele. Adoro debater ideias e trocar opiniões, sou firme a defender as minhas (ainda que nem sempre certas- teimoso? talvez). Sei reconhecer o erro. Sensível como a seda, duro como o diamante. Vou a bem com um, a mal são precisos cem.
Amem-me ou odeiem-me mas não me chateiem. Não sou a causa dos males do mundo nem a sua salvação.


Escrever por Escrever


É arte escrever sem nada ter para dizer, sem nada querer dar a conhecer.
Procuro temas.
O quotidiano é “feio” e sem interesse; todos falam dele, está gasto.
O passado, já foi. Bom, mau, péssimo. O meu, a mim pertence, o dos outros, é deles. Não quero saber da vida alheia e não quero que saibam da minha.
Tenho os meus “segredos”, os meus “calcanhares”. São meus.
Quem se poderá interessar pelos meus desabafos? Quem quer saber do que gosto ou do que não gosto? Talvez menos pessoas do que aquelas por quem eu me interesso um pouco. Talvez mais… Quem sabe?
Falar do que gosto, do que não gosto, do que concordo ou não, do que me preocupa, do que me incomoda, do que…. Não posso falar. Não quero que percebam o que me vai na alma.
Assim, é difícil encontrar um tema. Sem ele também escrevo, escrevo que não tenho tema e assim crio um - A falta de tema.
Para escrever algo é preciso dar, dar algo de mim. A imaginação, a dor, o sentimento, a angústia, a revolta, a tristeza, a alegria, a euforia. Dar. Eu nada quero dar. Não quero que percebam o que me vai na alma.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Puro talento




O talento é uma coisa inata. Há pessoas que o "descobrem" e fazem coisas lindas e maravilhosas; outras há que, mesmo sem o quererem, só têm "talento" para fazer outras pessoas sofrer.


Já ouvi esta "pérola" musical dezenas de vezes e, todas elas senti uma enorme alegria; é como se fosse sempre a primeira vez que estava a ouvi-la (peca por ser muito pequena em tamanho).

Sobre o telentoso tocador, atrevo-me a dizer que será do Brasil, Cuba ou outro país do género. Não acredito que tenha frequentado alguma "universidade" para aprender a tocar. Talvez tenha começado muito novo, na companhia do seu avô, a tocar numa lata com umas cordas, feita pelas suas mãos.

Hoje, moldado pelos anos, toca como se estivesse apenas a respirar... Faz parecer tão fácil aquele acto. Os seus dedos já dedilharam tantas vezes aquelas cordas que já as conhecem de cor. Elas, as cordas, cantam deliciadas sob o suave e sábio toque dos seus dedos.

A música não lhe trouxe riqueza nem fama mas, ainda assim, acredito que tocou e encantou aqueles que o têm escutado. A mim encantou.


(video recebido por e-mail- autor desconhecido)

Porque nos desiludem?

As pessoas só nos desiludem quando esperamos algo delas e elas não correspondem.
O segredo será nada esperar dos outros.
Será não querer fazer de outras pessoas um meio para atingir um fim ou esperar que sejam uma solução para a nossa vida.
Será conhecer por conhecer; sem nada esperar.
Aí, só iríamos gostar ou não da pessoa mas, jamais nos desiludiria.

(Cópia de um comentário que deixei no blogue )

Era uma vez...


Um menino seguia a pé pelo meio dos campos floridos quando viu uma borboleta caída no chão, sem conseguir voar. Parou, pegou-lhe e tentou ajudá-la mas, as suas frágeis asas não resistiram aos seus dedos e romperam-se. Ficou triste.

Um dia, no recreio das aulas, viu os seus colegas a brincar e pediu-lhes para brincar com eles. Como era mais robusto fisicamente, ganhou-lhes sempre. Passaram a evitar brincar com ele. Sentiu-se triste.

Na escola, viu uma menina e sentiu vontade de lhe falar. Sem saber o que lhe dizer, disse: “Tens um vestido amarelo”. Ela zangou-se e brigou com ele. O menino sentou-se e chorou.
Pensava: “Tentei ajudar a borboleta e destruí-a. Brinquei com os meus colegas e ganhei-lhes, deixaram de brincar comigo. Disse à menina que tinha um vestido amarelo- o que era verdade- zangou-se comigo e brigou, pensando que estava a troçar dela. Será que não faço nada bem? Porque não gostam de mim?”

Nisto, surge uma pequena fada que lhe segredou ao ouvido: “Não estejas triste. Tens muito valor e boas qualidades humanas. Ao longo da vida poderás ajudar muita gente com as tuas mãos. Encontrarás pessoas que te respeitarão pela tua força e capacidades e encontrarás alguém que aprecie ou teus elogios e carinhos”.

Estas palavras encheram o seu coração de alegria e o menino sorriu.
(Imagem Google)



BLOGOMUNDO


Existem muitos "mundos" e os blogues fazem parte de um.
São uma coisa relativamente recente mas de proliferação rápida. Há blogues de toda a espécie e feitio; de todas as cores e temas mas, uma coisa todos têm em comum- reflectem a "alma" do seu autor.
A cor escolhida, os temas e textos revelam como é a personalidade da pessoa que se esconde por detrás daquela "página"; os seus desabafos, revoltas, preferências, experiências pessoais vão sendo desnudados ao longo dos "posts".
O "bloguer" pode ter muitas formas mas, regra geral, usa o blogue para se dar a conhecer, para exprimir os seus gostos e preferências e para mostrar o que sabe ou o que quer/procura.

O "bloguer" passará, em regra, muito tempo frente ao PC afastando-o de uma vida social activa, passando a "alimentar-se" das amizades virtuais. Não há qualquer dúvida que se criam laços fortes entre "bloguers" que nunca se viram/conheceram pessoalmente. Ao entrar no "blogue" dos outros, está-se a entrar na sua alma e, é perfeitamente natural gostar-se ou não do que se vê/lê, dessa forma, passa-se a sentir o mesmo pelo seu autor. Cria-se um "laço".

Há pessoas que passam pelos blogues vizinhos, sempre à pressa, nunca se dignando a deixar um comentário sério (por falta de tempo, claro). O objectivo delas, muitas vezes, é dar o seu blogue a conhecer, não lhes interessa o que o vizinho escreveu no dele. Querem publicitar o seu blogue, querem dar-se a conhecer.

Neste mundo de "blogues", as fronteiras estão abertas e permitem que a peixeira comunique com o doutor; o cabeleireiro com o professor, a advogada com o polícia, o juíz com o sapateiro, etc... Este mundo dá a possibilidade de pessoas que jamais se contactariam em situações normais darem as suas opiniões uma à outra, revelando que, afinal não estão tão "distantes" assim- até partilham de opiniões idênticas sobre determinados assuntos.

O "bloguer" também usa o blogue para dizer anonimamente aquilo que não tem coragem de dizer em público; para mostrar o seu lado "escondido".
Enfim, este blogomundo é um mundo...

É BOM!

É bom estar bem comigo e com a minha consciência.
Caminho descalço sobre os cardos da vida, com os pés ensanguentados e dormentes de dor mas, tenho a cabeça livre e a consciência tranquila. Estou assim porque quero! Não me "baixei" para mendigar uns "sapatos".
Caminhar "descalço" custa muito mas, será o preço a pagar por manter a minha identidade, a minha maneira de ser e de pensar. Seria mais fácil "desviar-me" e escolher caminhos mais fáceis, mais macios; obteria melhores resultados, seria melhor aceite, gostariam mais de mim mas, e eu? Como me sentiria eu a agir de outra forma? Muito mal!
A frontalidade é um dos valores que muito aprecio e cultivo; é incómoda- a minha- mas, é a minha forma de estar.
Abomino pessoas sem opinião ou pessoas que concordam sempre com aquilo que os outros dizem. Sei que existem e tolero-as; a minha formação manda-me respeitá-las. Respeito mas não me escuso a mostrar-lhes a minha maneira de pensar. Não sei porque o faço... nunca obtenho resposta...
A fadista disse: "cantarei até que a voz me doa!"
EU digo: darei a minha opinião enquanto for vivo, doa a quem doer.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

TIREM-ME DAQUI!!!

A Humanidade está louca!
É a conclusão a que chego após ser diariamente "confrontado" com "coisas" do "outro mundo".
Ao olhar pela janela da vida podemos verificar que muita coisa vai mal por aí.
Existem problemas de toda a espécie e feitio- catástrofes naturais, guerras, crise económica, doenças, "und so weiter".
MAS! Há pessoas que conseguem ultrapassar tudo isto e arranjam outras preocupações. Ouvi dizer que há por aí um movimento de homens que "lutam" pelo direito a usar saia. (sobre este assunto nem me pronuncio!)
A questão do "traje" de cada um ainda é o menos mas, tentarem impingir determinados comportamentos "doentios" é que não posso aceitar.
Depois deste floreado todo, chego ao verdadeiro tema da "conversa"- homossexualidade.
Todos os dias vemos figuras conhecidas (da TV, do cinema, do teatro, da música, da literatura, etc) a assumirem a sua homossexualidade; a assumirem e a dar a entender que é "in", que é o procedimento certo.
De uma vez por todas- a homossexualidade é um comportamento doentio, desviante ou desviado e altamente reprovável! Não queiram tornar isto numa moda ou no procedimento geral a seguir!
São as pessoas com maior "expressão/representação" pública que "divulgam" esta "aberração" e, como o seu público é enorme e influenciável (caso dos jovens), adere à "onda". Divulgam a homossexualidade, o consumo de drogas, de álcool, tabaco; vale tudo, tudo é "in".
Todos os dias pais são confrontados com estes problemas em casa- filhas que estão apaixonadas por amigas, filhos que .... enfim. Dramático!
Não vão buscar a antiguidade Grega e Romana para "legalizar" a homossexualidade.
Se têm essas tendências por defeito de fabrico (homens com demasiadas hormonas femininas e mulheres com demasiadas hormonas masculinas), façam o que querem em "casa" e calem-se!
Continuava por aqui a escrever sobre estes assuntos mas, de nada serviria.
Tenho esperança que, pelo menos uma pessoa no mundo leia estas palavras e que medite um pouco.

(este post nem merece uma foto!)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

DESABAFOSSSSSSSSSSSSS

Detesto políticos e política mas, são um mal necessário.
Há pessoas em Portugal que, com sua a sede do poder, vão afundar ainda mais este rectângulo... (com as suas intrigas).
Eu sei nadar... Quando me estiver a afogar, já muitos se afundaram.
Vou esperar para ver.
(E não me vou alongar em comentários e desabafos- só espero que quem ventos está a semear, sejam os primeiros a colher as tempestades!)
(imagem retirada da internet, via google)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

QUANTO VALE 1 NOITE?



Há coisas que não conhecemos, coisas que não vemos ou, simplesmente, coisas às quais não ligamos. Sabemos que existem mas, não lhes damos importância.

Para muitas pessoas, a noite serve para dormir ou para ir "curtir", de bar em bar.
Quando acordamos, depois de dormir uma noite descansada, bem quentinhos, quem pensa naquelas pessoas que estiveram (forçosamente) acordadas, por motivos profissionais ou mesmo de saúde?

Há muita gente acordada durante a noite e só estas pessoas conseguem ver determinados acontecimentos. Só estas pessoas vêem a magia da noite. Ela tem muito encanto, muito brilho e luz. Encantos totalmente invisíveis durante o dia.

Esta noite foi particularmente bonita. Uma leve chuva fez companhia; frias e transparentes, as gotas tocavam no chão, produziam um tilintar suave e criavam desenhos que parecia fazerem tremer o chão. O asfalto formava pequenos riachos que sumiam nas sarjetas. Ao longe, as luzes dos semáforos reflectiam no chão, iluminando-o. As suas cores iam-se alternando e formavam três cenários diferentes, transformando as ruas e calçadas.

Os carros rodavam, raros e, à sua passagem, faziam levantar leques de água. Uma ou outra pessoa, necessitada ou obrigada, percorria apeada as ruas, segurando o seu guarda chuva aberto; que pensariam elas? Sentir-se-iam tristes, desoladas? Deverão estar habituadas e fazer aquele trajecto; deve ser rotina...

Cinzentas Praças monótonas de dia, depois de molhadas e com o reflexo das luzes, transformaram-se em lindas telas, tal quadros de Monet...

As ruas estavam largas, espaçosas, sem carros ou pessoas; os carris do eléctrico brilhavam vazios. Os neons das montras tinham mais brilho, mais luz, mais magia.

Ao olhar para o céu, debaixo de um candeeiro da rua... vi milhões de pontinhos amarelecidos pela luz a confluirem na minha direcção, tocaram-me a cara... soube-me tão bem. Era só eu, a chuva e o candeeiro. Com a cara gelada, senti-me revigorado...

O cheiro a café acabado de moer inundava algumas ruelas, como que convidando quem por lá passava, aquecia a alma...

Que linda é a noite! É uma experiência maravilhosa. Quanto vale uma noite destas?

E aqueles que passaram a noite na cama vão-se "degladiar" durante o dia (trânsito e afins) ...

(imagem retirada da internet)

Que bem q se está aqui.....

Foi obra!!! (as pirâmides)